"Luzes do Amanhecer"

Fundado em 16/07/1996 publicado 02/02/2006
JORNAL DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA - ANO IX - N. 108 * Campo Grande/MS * Janeiro de 2015.
EDIÇÃO DO CENTRO ESPÍRITA “VALE DA ESPERANÇA”
Rua Colorado n o 488, Bairro Jardim Canadá, CEP 79112-480, Campo Grande-MS.


Não criem seus filhos em estufa, porque eles não saberão viver diante do Sol das dificuldades. Áulus/Otacir Amaral Nunes


MANDATO DE AMOR

É verdade que fora enviado a Terra para cumprir o sagrado mandato de amor, porque em outras caminhadas preparou-se exaustivamente para cumprir esse sagrado compromisso. Não porque tivesse dívida com a Lei, mas como forma de expandir os sentimentos enobrecidos de seu coração generoso. Não necessitando voltar mais a esse mundo de provas e expiação, mas por amor ainda desceu a essa esfera de sofrimento para estender as mãos carinhosas aos mais necessitados.

Talvez aliviar a dor de seus corações, esclarecer as suas mentes atormentadas e até mesmo chorar junto aos que sofrem e padecem, porque um gesto de solidariedade poderia infundir-lhes coragem, ou pelos menos, sentirem que alguém deles se compadece.

Por isso fora enviado a crosta, pois que era o auxilio oculto que tantas almas valorosas necessitavam, com isso poderiam atravessar os trechos mais difíceis da caminhada com galhardia de espíritos corajosos, sem reclamar dos males que sofressem.

Como também aceitou as pessoas como elas são e seguiu sem murmurar. Por certo, já seria um ato de grandeza, como aquele que mediante as provas bem suportadas é que se permitirá acesso a um mundo melhor.

Não esperava de ninguém o que devia fazer por si mesmo. Estudava, trabalhava, servia e descobria os meios de promover os outros. Mesmo porque sempre estava disposto a estender a mão plena de afeto e respeito, arranjava uma maneira de ser útil ao próximo, mesmo porque já chegara ao grau de entendimento que a sua maior ventura a seria a de amar ao próximo de todo o coração.

Onde se apresentasse, fazia o bem sem nada exigir, servia espontaneamente, pois que tinha os olhos fixos na vida espiritual, por isso, olhava este mundo como sendo uma escola que lhe servira de apoio, mas quando terminasse os estudos teria que deixá-la para se matricular num mundo mais avançado, porque o progresso é uma lei soberana.

Cedo compreendeu que todas as vantagens adquiridas do caminho têm um objetivo e procurava de alguma forma repassar aos outros, porque não se julgava proprietário de nada. Mas um mero usufrutuário que sabia que devia dividir tudo com os companheiros de jornada. Não ficava triste senão por breves momentos, porque sempre estava interessado no bem ao próximo, não podia amar ao próximo somente com palavras, mas com ações generosas para atingir o seu coração.

Aceitava as dificuldades com naturalidade, porque sabia que são transitórias, porém muitas até necessárias para servir de apoio ao homem em suas lutas.

Os desafios de todo o dia os enfrenta com espírito de alegria e otimismo, porque todo o problema tem solução e buscava permanentemente os meios de resolvê-lo.

Não julgava ninguém mesmo porque estava num patamar que nada mais o surpreendia, mas compreendeu a necessidade de prática do bem como forma de dar densidade à vida, porque em toda a parte podia auxiliar alguém. Mesmo que fosse de maneira indireta.

Assim que vivia cada dia como fosse o último, amando e compreendendo, certo que estava feliz porque sempre ofereceu o melhor de si.

Embora lutasse o bom combate não havia de terminar a sua missão naquela feita, mas partiu com a promessa que voltariapara completá-lo, como se dissesse: Voltarei logo! Faz algumas recomendações, depois com naturalidade, despede-se, agradece a todos e alguém já o espera no limiar da outra vida, partira já com saudades, mas sabe que tem a responsabilidade de seguir em frente. De fato um dia voltou e cumpriu até o ultimo ponto. Num dia feliz volta à pátria dos seus sonhos.

Áulus
Otacir Amaral Nunes 
Campo Grande/MS

 

OS CONVIDADOS DE JESUS

Aquele homem desde que conheceu a Doutrina Libertadora estava sempre preocupado com a vida futura, pois que pensava...

Se já tenho conhecimento de coisas tão formidáveis e também que se espero uma vida mais venturosa depois destes breves dias aqui vividos, somente os terei se fizer por onde, raciocinava...

Examinava o Evangelho e sempre se detinha naquelas palavras de Jesus que mais lhe chamavam a atenção: “Cada um tome a sua cruz, negue-se a si mesmo e siga-me”. Colocava-se nessa condição e não tinha como recuar.

Naquela casa assistencial a que se mantinha por laços afetivos já algum tempo, pois ali chegou naqueles dias mais tristes de sua caminhada. José Aparecido, como hoje é chamado, era simplesmente José, e os amigos acrescentaram Aparecido ao prenome. Mas a verdade que o tempo foi passando, e por essas coisas do destino encontrou com aquele antigo lidador da Doutrina que visitava aquela casa de oração e vendo agir com tanta desenvoltura diante do próximo até se comoveu.

Á noite aquele homem calejado pela experiência e pelos desenganos do mundo disse em suas explanações.

O próximo tem um sentido profundo em nossa vida, porque é exatamente ele que muitas vezes Jesus envia para despertar o nosso duro coração. Estou falando por mim, pois que foi isso exatamente que aconteceu comigo. Às vezes ele bate a nossa porta, mas visando de alguma forma destravar o ferrolho de nosso coração que permanece enferrujado por um exagerado apego aos bens de natureza transitória.

Assim que o próximo é um enviado de Jesus a quem se deve servir com toda atenção. Porque dele dependerá um futuro melhor, pois que ele ainda que com o seu cortejo de dificuldades e limitações, mesmo assim por ordem de Deus vêm dar um choque de realidade àquele que reclama de tudo.

Pois que ele ali está a nossa frente mostrando que precisa somente de migalhas para viver, além do mais, enfrenta toda sortede humilhação de pessoas insensíveis, nem por isso desiste de sua peregrinação, ainda será a testemunha maior de nossa caminhada, porque ele vem no sentido do que lembrou Jesus: “tive fome e deste-me de comer, com sede e me deste de beber, estava nu e me vestiste, estive doente ou preso e me assististe”.

Mas perguntou alguém, mas quando o vimos nessa situação? Foi quando “assististe a um desses mais pequeninos, foi a mim que o fizeste”.

Aquele homem no dia seguinte começou a servir naquela casa com atenção redobrada, diante de qualquer pessoa no intimo pensava: Este é um enviado de Jesus que mandou para me fiscalizar? E sempre tinha na mente que alguém estava fiscalizando todos os seus atos, e assim como essa expectativa serviu até o final de seus dias, sempre guardou na memória esta lembrança daquele sábio companheiro.

Mas os anos chegaram seu corpo gasto pelo tempo não pode mais prosseguir e numa madrugada já estava muito fraco, mas desperto, alguém bate a porta, logo pensou, deve ser um convidado de Jesus que me chama, como tantas vezes fizera, sempre cumprindo com todo o rigor a sua obrigação, tentou levantar-se, mas o corpo não lhe obedeceu aos impulsos, veio-lhe a mente mais uma vez, será que é um convidado de Jesus, porém desta feita sentia uma alegria indizível, quando firmou os olhos percebeu que era uma visita muito especial, tentou levantar-se, mais uma vez, não conseguiu e caiu de joelhos...

Aquela voz pausada disse-lhe: - Belizário hoje eu vim lhe agradecer por todos os convidados que deste carinho e abrigo nesses anos todos, pois que a seara aberta aos homens de boa vontade necessita de trabalhadores corajosos para tocar a grande obra da regeneração da humanidade, e são tão poucos os que decidem trabalhar de sol a sol em favor da grande causa, por isso aqui estou para levá-lo para que onde eu estiver também esteja.

Levante-se, é necessário prosseguir o trabalho de receber os convidados noutro lugar, sem demora. Cheio de júbilo tateando foi deixando o corpo, agradecendo aquela veste que lhe serviu de armadura nesta dura, porém gloriosa caminhada, porque precisava caminhar com Ele, e junto seguiram naquela manhã radiosa que já se desenhava no horizonte em direção ao Sol que rubro se apresentava naquela manhã esplêndida.

Já fora daquele abrigo que lhe deu tanta alegria, Belizário ainda voltou-se e agradeceu aqueles convidados valorosos que durante aqueles anos deram-lhes a oportunidade de servi-los e com isso lhes abriram a porta para um futuro mais venturoso, aliás, gostaria mesmo de beijar a mão de cada um deles que proporcionaram os momentos mais felizes de sua vida.

Nos primeiros alvores da manhã aquelas pessoas que cuidavam dele, já o encontraram de joelho ainda apoiado num móvel com um sorriso no rosto, mas sem vida...

Aquele dia foi um dia de comoção naquela comunidade, pois aquele homem serviu sem reclamar, por quarenta anos, sem um dia de folga sequer...

Ambrósio
Otacir Amaral Nunes
Campo Grande/MS.

 

SUICIDIO – O MAIOR EQUIVOCO

Certamente que algumas vezes deve ter pensado em evadir-se desta vida pela porta do suicídio, como maneira de fugir de problemas que não podia por momento solucionar, imaginando que deixando esta vida, também deixaria os problemas.

Mas é claro que agindo assim, cometerá o maior e o mais terrível engano de sua vida, sem sombra de dúvida, mesmo porque não resolveria o seu problema, mais ainda, adicionaria mais um de grande gravidade, que talvez necessite de inúmeras existências para recuperar-se desse trauma causado por essa violência.

Pior ainda que correr o risco de renascer de outra feita com os estigmas que por vontade própria imprimiu no seu corpo espiritual, criando chagas que só serão cicatrizadas mediante existências extremamente dolorosas para que purgue para o corpo físico esse quisto criado por esse ato de desespero, por conta de algo que podia ser solucionado pelas próprias condições da vida, com um pouco de paciência.

Todavia num ato de rebeldia a lei de Deus, resolveu antecipar o seu retorno à vida espiritual na pior condição possível. É claro que levará consigo uma carga de aflição inominável, porque adicionou aos sofrimentos anteriores a grave conseqüência provocada por essa atitude precipitada, que se fosse capaz de avaliar o desastre que provocaria em si mesmo, evitaria, com toda certeza, aliás, preferia uma vida mil vezes pior a cometer esse ato de extrema violência contra si mesmo.

Mas por quê?- é comum que aquele que se entrega ao suicídio, já como espírito veja-se praticando aquele ato cruel contra si mesmo e repercutir incessantemente o instante fatal em sua mente, por muitos e muitos anos, criando para si literalmente um inferno.

Se porventura se precipitou das alturas, sinta-se caindo, sem, todavia, lograr chegar ao solo, ou observar o seu corpo deformado pela queda, bem como o seu estado emotivo de perplexidade do instante derradeiro.

Se de outro lado ingerira tóxicos, sentir-se-á o mal-estar e o veneno fatal correndo-lhes as entranhas e agonia da morte, as forças fugindo sem conseguir parar o processo que provocara, porém sempre sem chegar ao fim.

Outro que usou armas de fogo ouvirá constantemente o estampido e o projétil a penetrar lhe o corpo. Outro que usou armas brancas ver-se-á imerso numa poça de sangue de onde não poderá fugir.

Assim cada um ver-se-á naquela condição, como de um suplicio cruel, sem, todavia fugir das causas que ele próprio provocou.

Depois de intenso sofrimento na vida espiritual, muitas vezes pede para reencarnar, mas como o seu perispírito ou corpo espiritual estará lesado, renascerá com o resquício dos mal que provocara em si mesmo.

Já no caso que usou arma de fogo para tirar a sua própria vida, pode renascer com graves problemas mentais, muitas vezes congênitos, mesmo socorrendo de todos os recursos da não conseguirá debelar o mal.

Se porventura se valeu de tóxicos, certamente que renascerá com graves complicações no esôfago e intestinos, com enfermidades que desafiará todas as medidas usadas pela medicina convencional, mas sem lograr êxito. E sofrerá a vida inteira.

Se porventura se precipitou de alturas ou atirou-se diante de veículos para fugir à vida, certamente que renascerá com sérios problemas nos órgãos motores.

Por isso que é algo que sempre deve evitar, como o maior mal que pode praticar contra si mesmo, porque não logrará êxito no que pretende ainda criar um problema de grande gravidade que levará muitas existências para retornar a situaçãoanterior, porque é um ato que pratica contra os seus próprios interesses.

Áulus
Otacir Amaral Nunes
Campo Grande/MS

PRECEITOS DE TODA HORA

Caminhe com firmeza. Quem se acomoda com a precipitação tropeça a cada instante.

Examine a você mesmo. Na vigilância constante, educará você os próprios impulsos.

Higienize a própria mente, trabalhando no bem sem desânimo. Os cérebros preguiçosos acumulam resíduos indesejáveis.

Escute seu irmão sem reprovações. A caridade real começa na atenção generosa e amiga.

Aperfeiçoe o procedimento. Hoje melhorado é amanhã mais feliz.

Ampare o coração combalido. Ninguém pode prever a saúde próxima do próprio coração.

Faça luz com a sua palavra. Se hoje pode você orientar é possível que amanhã esteja você rogando conselhos.

Sofra com paciência e serenidade. No braseiro da revolta, ninguém consegue aproveitar a dor.

Melhores o vocabulário. Há palavras que, excessivamente repetidas, perdem a significação que lhe é própria.

Cultive a simplicidade. Embora não pareça, o Universo é imponente conjunto de leis claras e coisas simples.Sirva sempre. O tédio é o salário de quem vive reclamando o serviço dos outros.

Improvise o bem onde você estiver. A sombra do mal é assim como o detrito que invade tudo, quando a limpeza está ausente.

André Luiz
Do Livro “Ideal Espírita”, de Francisco Cândido Xavier.

 

DIMENSOES ESPIRITUAIS DO CENTRO ESPIRITA – Final

A Sala de Passes

O recinto destinado aos passes apresenta características próprias, em virtude do trabalho ali realizado. Sendo local de atendimento ao público é natural que este interfira na ambiência. Entretanto, como se pode deduzir, a grande maioria das pessoas que buscam o socorro do passe o fazem imbuídas dos melhores sentimentos, é o que informa Áulus, instrutor espiritual de André Luiz. Referindo-se à sala de passes, esclarece estarem ali reunidas “(...) sublimadas emanações mentais da maioria de quantos se valem do socorro magnético, tomados de amor e confiança”. Estas vibrações permanecem no ambiente e se acumulam, a tal ponto que, no dizer de Áulus, criam uma atmosfera especial formada “(...) pelos pensamentos, preces e aspirações de quantos nos procuram trazendo o melhor de si mesmos”. Esse conjunto vibratório surpreendeu André Luiz, quando este observou uma sala de passes, pelo “ambiente balsâmico e luminoso” que apresentava.

Tal como acontece com a sala mediúnica, o recinto destinado a essa atividade recebe dos Espíritos especializados a assepsia e as defesas magnéticas imprescindíveis à manutenção e preservação do ambiente. Quanto ao atendimento aos enfermos, o autor espiritual explica que há um “quadro de auxiliares, de acordo com a organização estabelecida pelos mentores da Esfera Superior”, enfatizando que para o bom êxito do labor de passes há que se observar: experiência, horário, segurança e responsabilidade daquele que serve.

No momento dos passes é possível a alguns médiuns videntes divisarem a intensa movimentação dos Benfeitores, que se utilizam de aparelhagens especiais adequadas aos enfermos presentes.

A organização do Mundo Espiritual é, pois, exemplar. Não obstante, nós, os encarnados, deixamos muito a desejar com as nossas falhas costumeiras, que vão desde a invigilância em nosso cotidiano até a freqüência irregular, o que por certo prejudica os trabalhos.

É fundamental, portanto, que haja uma conscientização, de nossa parte, da grandeza e complexidade dos labores espirituais, a fim de participarmos de modo mais eficiente e produtivo. Que isso não seja, porém, um fator que leve ao misticismo (mas sim à responsabilidade) e que venha a influir ou modificar a nossa conduta no instante do passe ou no ministério mediúnico. Embora o trabalho que se desenvolve “do outro lado” seja complexo, a nossa participação deve ser a mais simples possível, permeada, contudo, do mais acendrado sentimento de amor ao próximo.

Que nos lembremos sempre que para exercermos tais atividades a nossa preparação é toda, principalmente, interior. É no nosso mundo íntimo que devemos laborar. É a nossa transformação para melhor a cada momento.

Assim, não é a cor do vestuário nosso ou do paciente, a nossa gesticulação ou a sala ser azul ou branca que irão influir na qualidade da transmissão energética no instante dos passes, mas sim, a nossa mente impulsionando e direcionando essas energias fluídicas, o nosso desejo de servir, a nossa capacidade de ser solidário com aquele que ali está e de amá-lo como a um irmão. Por isso, a simplicidade deve ser a tônica no momento do passe, já que este é, essencialmente, um ato de amor. E o amor é simples, desataviado e puro, tal como exemplificou Jesus.

CONCLUINDO , registramos, para nossa reflexão, a palavra de Emmanuel que enaltece a magna finalidade da Doutrina dos Espíritos:

“Ao Espiritismo cristão cabe, atualmente, no mundo, grandiosa e sublime tarefa. Não basta definir-lhe as características veneráveis de Consolador da Humanidade, é preciso também revelar-lhe a feição de movimento libertador de consciências e corações.”

É fundamental estarmos cônscios da imensa responsabilidade que assumimos quando da fundação de uma instituição espírita; não podemos esquecer que responderemos por tudo o que fizermos perante Jesus e a Espiritualidade Maior e, sobretudo, diante de nossa consciência. Jesus vem e nos convida, novamente. Quais os frutos que podemos oferecer? Nossos celeiros ainda estão vazios? Para encerrar, nada melhor do que o notável texto de Bezerra de Menezes, que reúne todas as diretrizes e, em simultâneo, também as advertências, imprescindíveis, a fim de que se preserve e mantenha a ambiência espiritual do Centro Espírita, fazendo jus, assim, aos cuidados e empenho dos Benfeitores Espirituais que o edificaram no plano extrafísico, para que ali sejam efetuadas as curas das almas, esclarecendo e confortando os corações e, sobretudo, libertando consciências:

“As vibrações disseminadas pelos ambientes de um Centro Espírita, pelos cuidados dos seus tutelares invisíveis; os fluidos úteis, necessários aos variados quão delicados trabalhos que ali se devem processar, desde a cura de enfermos até a conversão de entidades desencarnadas sofredoras e até mesmo a oratória inspirada pelos instrutores espirituais, são elementos essenciais, mesmo indispensáveis a certa série de exposições movidas pelos obreiros da Imortalidade a serviço da Terceira Revelação. Essas vibrações, esses fluidos especializados, muito sutis e sensíveis, hão de conservar-se imaculados, portando, intactas, as virtudes que lhe são naturais e indispensáveis ao desenrolar dos trabalhos, porque, assim não sendo se mesclarão de impurezas prejudiciais aos mesmos trabalhos, por anularem as suas profundas possibilidades. Daí porque a Espiritualidade esclarecida recomenda, aos adeptos da Grande Doutrina, o máximo respeito nas assembléias espíritas, onde jamais deverão penetrar a frivolidade e a inconseqüência, a maledicência e a intriga, o mercantilismo e o mundanismo, o ruído e as atitudes menos graves, visto que estas são manifestações inferiores do caráter e da inconseqüência humana, cujo magnetismo, para tais assembléias e, portanto, para a agremiação que tais coisas permite, atrairá bandos de entidades hostis e malfeitoras do invisível, que virão a influir nos trabalhos posteriores, a tal ponto que poderão adulterá-los ou impossibilitá-los, uma vez que tais ambientes se tornarão incompatíveis com a Espiritualidade iluminada e benfazeja.

Um Centro Espírita onde as vibrações dos seus freqüentadores, encarnados ou desencarnados, irradiem de mentes respeitosas, de corações fervorosos, de aspirações elevadas; onde a palavra emitida jamais se desloque para futilidades e depreciações; onde em vez do gargalhar divertido, se pratique a prece; em vez do estrépito de aclamações e louvores indébitos se emitam forças telepáticas à procura de inspirações felizes; e ainda onde, em vez de cerimônias ou passatempos mundanos, cogite o adepto da comunhão mental com os seus mortos amados ou os seus guias espirituais, um Centro assim, fiel observador dos dispositivos recomendados de início pelos organizadores da filosofia espírita, será detentor da confiança da Espiritualidade esclarecida, a qual o elevará à dependência de organizações modelares do Espaço, realizando-se então, em seus recintos, sublimes empreendimentos, que honrarão os seus dirigentes dos dois planos da Vida. Somente esses, portanto, serão registrados no Além-Túmulo como casas beneficentes, ou templos do Amor e da Fraternidade, abalizados para as melindrosas experiências espíritas, porque os demais, ou seja, aqueles que se desviam para normas ou práticas extravagantes ou inapropriadas, serão, no Espaço, considerados meros clubes onde se aglomeram aprendizes do Espiritismo em horas de lazer.”

Suely Caldas Schubert Fonte: revista Reformador, da FEB, de fevereiro e março de 2004

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

1. FRANCO, Divaldo P. Tramas do Destino, pelo Espírito Manoel P. de Miranda. 7. ed., Rio de Janeiro: FEB, 2000, cap. 21, p. 196.
2. Idem, ibidem, p. 200.
3. FRANCO, Divaldo P. Depoimentos Vivos. Diversos Autores Espirituais, João Cleofas.
4. XAVIER, Francisco C. Instruções Psicofônicas, pelo Espírito Efigênio Vítor. 7. ed., Rio de Janeiro: FEB, 1995, cap. 44 e outros.

 

CARTA DE ANO NOVO

O Ano Novo é também oportunidade de aprender, trabalhar e servir. O tempo como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para necessária ascensão.

Lembra-te de que o ano em retorno, é novo dia a convocar-te para a execução de velhas promessas que ainda não tivestes a coragem de cumprir.

Se tens inimigos faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.

Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.

Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.

Se a tristeza te requisita esquece-a e procura a alegria serena da consciência tranquila no dever bem cumprido.

Ano Novo! Novo Dia!

Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.

Recorda que há mais ignorância que maldade em torno de teu destino.

Não maldigas nem condenes.

Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.

Não te desanimes nem te desconsoles.

Cultiva o bom ânimo com os que te visitam dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.

Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: - Ama e auxilia sempre. Ajuda aos outros amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.

Emmanuel
Pelo médium Francisco Cândido Xavier.

 

PORTA ABERTA...

Em cada gesto de nossas mãos, podemos incentivar outras criaturas a serem os responsáveis pela ação de caridade que gostaríamos de repassar a beneficio de alguém...

Mesmo que estejamos em crise de sofrimento, cada um de nós é responsável pela oportunidade que direciona para outrem, lembrando que é possível sorrir, mesmo que o coração esteja inundado por lágrimas que resultam, quase sempre em interferência para as ações que se realizam no solo da esperança, envolvendo a fé em cada requisito básico para confiança que dispomos por acreditar que sempre é possível estender uma mão para a caridade, mesmo quando a outra segura o peso do infortúnio e da dor, enquanto se busca a redenção pela contagem regressiva do tempo, nos impondo regras difíceis, na orientação que repassamos para o nosso próprio sustento.

Ninguém é tão frágil que não possa sofrer a indignação da dor, porquanto consegue sobreviver em cada etapa que lhe for reservada no caminho...

Sempre há recomeço, e nossas noites são sempre escuras, quando não dispomos da chama do amor de Deus a nos orientar nos sonhos que buscam pela alegria de se criar uma oportunidade nova para nós mesmos.

Somos fortes e somos filhos de Deus. Para cada um de nós foi reservada a oportunidade de se realizar um bem fraterno, e por tanto que carecemos. Essa oportunidade, Deus nos transforma em criaturas fortes o bastante para melhorar a nossa condição de trabalhadores, mostrando-nos que é possível acreditar que há um novo sol, em cada manhã nos mostrando que a luz é plena e reconhece cada um de nós, que relevante para o trabalho da transformação.

Em nenhum momento devemos nos esquecer de que Deus apóia o nosso sacrifício e transforma a nossa dor em energia nova, melhorando não só a nossa capacidade de produzir, mas a de entender que o solo é fértil e necessita de nossa engenharia de transformação para melhorar a plantação, garantindo o alimento que fará como o milagre da vida, nos lares que precisam da nossa cooperação.

Em cada um de nós é possível encontrar uma porta aberta para a caridade, pois a estrada nos coloca entre as metas que precisam ser atingidas, mesmo que os nossos olhares não reconheçam a extensão da luz.

Ezequiel
Mensagem recebida pelo médium João de Deus, em reunião pública no Grupo Espírita da Prece, na cidade de Campo Grande/MS.

 

A VIDA E A MORTE

Se há uma preocupação, ou pelo menos uma curiosidade universal, é sem dúvida aquela que diz respeito à vida dos seres e a sua consequente morte; fenômeno que ocorre sem exceção, tanto na vida vegetal como na animal e especialmente na hominal, motivo principal da preocupação ou da curiosidade.

Allan Kardec percebendo essa preocupação inquire os Espíritos superiores a esse respeito e apresenta-lhes uma série de questões que foram cuidadosamente respondidas com explicações lógicas que resumimos nos trechos a seguir:

Esses seres, citados acima, nascem, desenvolvem-se, reproduzem-se por si mesmos e morrem e são chamados seres orgânicos, possuindo uma fonte de atividade íntima que lhes dá a vida, mas há também os que não possuem vitalidade nem mobilidade e formam-se pela agregação da matéria e são chamados seres inorgânicos, como a água, os minerais o ar e outros.

A lei de atração que rege a agregação da matéria, tanto nos seres orgânicos como nos inorgânicos é a mesma, porém, nos corpos orgânicos há uma animalização da matéria que é conseguida pela união dela com o Princípio Vital sendo a vida o resultado, o efeito desse agente sobre a matéria, que sem ele não é vida, bem como ele sem a matéria também não é vida, mas ele dá a vida a todos os seres que o absorvem e o assimilam.

A fonte desse Princípio é o fluido universal ou fluido elétrico animalizado e é o elo, o intermediário que liga o Espírito à matéria modificando-se segundo cada espécie. Os órgãos impregnados por esse fluido vital recebem dele, por toda parte do organismo, atividade que faz com que se comuniquem e equilibrem certas lesões. Porém, quando os órgãos estão destruídos ou muito alterados, o fluido vital não mais consegue transmitir-lhes o movimento da vida, e o ser morre. 

A morte dos seres orgânicos vem com o esgotamento dos órgãos, e então a matéria se decompõe e participará da formação de novos organismos, enquanto que o Princípio Vital volta à massa de onde saíra, a fonte universal. A atividade do fluido determina o fenômeno da vida. A cessação dessa atividade causa a morte.

A quantidade do fluido vital não é constante nas espécies de seres orgânicos e varia de indivíduo para indivíduo dentro de uma espécie e pode ser renovada pela absorção e assimilação das substâncias que o contém, podendo ser transmitido de um indivíduo a outro em caso de abundância, podendo também se esgotar, causando a morte.

Crispim.
Referência Bibliográfica:
* Livro dos Espíritos. Allan Kardec. Questões 60 a 70.

 

MERO DETALHE

A vida segue o seu curso...

Não se preocupe muito com detalhes. A vida tem a sua própria dinâmica, por isso a pergunta de hoje terá a resposta amanhã, mesmo porque não será sequer o guardião de quem cativa, mas só uma aquisição no campo dos sentimentos.

Pode alegar que esteja cansado ou mesmo triste, mas inegável que mesmo assim tenha que continuar vivendo de uma maneira ou de outra. Por isso não se entristeça, nem se isole, nem se deprima, nem se revolte, porque não irá resolver problema nenhum. A autocomiseração não fica bem às pessoas corajosas. Pois que se algo espera da vida não será dessa maneira que irá encontrar o que busca, pois com essa atitude simplesmente estará colocando barreiras em seu próprio caminho, dificultando a sua caminhada.

Uma atitude de otimismo sempre é importante. Nessa longa caminhada já vi muitas pessoas que viveram num mar de aflição, nem por isso descreram da bondade de Deus, nem que no dia seguinte iria nascer um sol esplêndido.

Um deles ainda oferecia uma lição de otimismo, “Deus dá o frio conforme o cobertor”, porém considerava ele que sequer tinha o cobertor, mas não se julgava no direito de reclamar. Mas baixinho dizia referindo-se a Deus, Ele quer saber como me comporto, quando estou de perna para o ar, porque muitas vezes também não dera o devido valor às dádivas que havia recebido..

E assim continuava aquele filósofo anônimo na sua alegria habitual: “eu já estive muito pior, às vezes é preciso estar no fundo do poço, porque aí não se pode piorar”. Mas confesso, dizia ele, que estava realmente no fundo do poço e ainda via possibilidade de descer mais, porém sem acusar ninguém dos males que sofria. Em verdade é uma lição que precisa ser bem assimilada.

Áulus 
Otacir Amaral Nunes 
Campo Grande/MS.

IGNORAR OFENSAS

Por ignorar ofensas, não se sinta frágil ou acovardado.

Quem está com a razão, não precisa de se conflitar com alguém para que a Verdade acabe por se impor.

Não se melindre porque este ou aquele confrade não lhe reconheça os méritos e nem lhe perceba os esforços.

O que você prefere: ser notado por Deus ou pelos homens?

Para não revidar uma agressão verbal, é preciso uma fortaleza íntima inexpugnável, porque os fracos sempre aceitam provocações.

Não perca o seu precioso tempo, tentando remendar uma situação de mal-entendido em que, da outra parte, não há a mínima vontade em que laços de amizade sejam reatados com você.

Todavia, se a oportunidade surgir, não deixe de estender a mão a quem o esteja procurando.

A primeira atitude de quem realmente esquece uma ofensa é não mais comentá-la com ninguém.

Ninguém é generoso porque perdoa, mas é grande quando reconhece que erra e pede perdão.

Pela sua capacidade de não guardar ressentimentos, pode ser avaliado o grau de evolução espiritual a que você já chegou.

Do livro: “A Fé Transporta Montanhas”,
do médium Baccelli pelo espírito Maria Máximo.

 

LIMPA O CORAÇÃO

Limpa, limpa teu coração.

Tira dele a tristeza não compensa a lamentação.

Limpa teu coração e deixe a bondade nele crescer e purificá-lo.

Compreenda definitivamente que todos os acontecimentos que aparentemente te perturba e quer te aniquilar é para te auxiliar, amadurecer, crescer.

Abençoa os fatos que você  rotula por triste, pesaroso, funesto compreenda-os e limpa teu coração não deixe a mágoa infiltrar e gerar doenças que te aniquilará a força, a coragem.

Limpa teu coração e deixe o amor prosperar; a vida é tão curta por aqui e nada valerá encher o coração de sentimentos contrariando o bem.

Cultive a oração e zele para que os teus pensamentos de hoje em diante sejam alegres e assim a saúde será teu escudo.

Convide Jesus para entrar e fazer morada no teu coração.

Coração purificado pela gratidão e pelo otimismo estabelece o Reino de Deus e conquista amigos tão puros quanto o amor.

Limpa teu coração e a paz será definitivamente nele implantado.

Paz e Bem.

CESFA
Campo Grande/MS.

 

MERECIMENTO ESPIRITUAL

Todos os seus estados e condições, realizações e necessidades podem ser definidos por máquinas, engenhos, instrumentos, aparelhos, laboratórios e fichários da Terra.

Entretanto, não se esqueça você de que o serviço ao próximo é a única medida que fornece exata notícia do seu merecimento espiritual.

André Luiz
Do Livro “ Ideal Espírita” , de Francisco Cândido Xavier.

 

ENTREVISTAS COM CHICO XAVIER

Diante da Obra de Allan Kardec

As Obsessões

P - Cabe-nos (...) defender a obra de Allan Kardec, em qualquer tempo?

R - Sim. Os Espíritos Amigos nos dizem que nos compete a obrigação de defender os ensinamentos de Allan Kardec, sobretudo, na vivência dessas benditas lições, através de nossas próprias vidas. Compreendendo assim, reconheceremos que é necessário sermos fiéis a Kardec em todas as nossas atividades, mas não podemos esquecer que Allan Kardec nos trouxe a Doutrina Espírita, na condição de Cristianismo Restaurado, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, e, por isso mesmo, não seria justo, de nossa parte, repelir os irmãos que desejem estudar Allan Kardec conosco, tão-só porque não demonstrem, de imediato, uma visão tão ampla da Missão Kardequiana, como seria de desejar.

P - Como julga Emmanuel podermos fazer isso?

R - Afirma ele que podemos e devemos ser fiéis a Allan Kardec, como o nosso exemplo e verbo claro, onde estivermos, e que isso não invalida o dever de abençoar ou auxiliar os que não conseguem ver o caminho ou a vida com os nossos olhos. Nesse sentido, respondendo, há tempos, a uma consulta desse teor, nosso amigo espiritual replicou alegando que um médico pode e deve auxiliar ao doente, sem que, para isso, seja obrigado a compartilhar-lhe o leito enfermiço.

P - Chico, entendemos que o nosso diálogo está longo, mas pode dizer-nos o que pensa Emmanuel quanto ao problema de doenças e obsessões?

R - Muitas vezes, adverte-nos que doenças e obsessões são testes que nos põem à prova a capacidade de resistência moral, ensinando-nos a valorizar a saúde do corpo e o equilíbrio de alma.

P - Qual a melhor profilaxia contra as obsessões?

R - Nossos Benfeitores Espirituais são unânimes em declarar que o estudo das obras de Allan Kardec, para que venhamos a adquirir o conhecimento e a educação de nós mesmos, é o passo inicial indispensável, porque precisamos sanar as obsessões que nos flagelem, sem herdar qualquer cativeiro à superstição e ao medo negativo, de que vemos muitos irmãos prejudicados, quando conseguem a suspirada melhoria psíquica em outros setores religiosos. Explicada a necessidade de Allan Kardec para o afastamento do processo obsessivo, temos na profilaxia respectiva a oração e o serviço ao próximo na base de toda ação restaurativa. Quem quiser estudar, orar, cumprir com os próprios deveres e trabalhar em auxílio aos outros, principalmente daqueles que atravessam dificuldades e provações maiores que as nossas, alcança libertação e tranqüilidade, com toda certeza, porque os nossos adversários desencarnados são sensíveis às nossas palavras, mas só se transformam para o bem com apoio em nossas próprias ações.

Do Livro “Entrevistas” Chico Xavier.

 

UMA XÍCARA DE CAFÉ!

Um grupo de profissionais, todos vencedores em suas carreiras, reuniram-se para visitar seu antigo professor.

Logo a conversa parou nas queixas intermináveis sobre “stress' no trabalho e na vida em geral.

O professor ofereceu café, foi para a cozinha e voltou com um grande bule e uma variedade das melhores xícaras: de porcelana, plástico, vidro, cristal, algumas simples e baratas, outras decoradas, outras caras, outras muito exóticas...

Ele disse:

Escolham suas xícaras e sirvam-se de um pouco de café fresco.

Quando todos já haviam se servido, o mestre pacientemente conversou com o grupo:

Como puderam notar, imediatamente as mais belas xícaras foram escolhidas e as mais simples e baratas ficaram por último.

Isso é natural, porque todo mundo prefere o melhor para si.

Mas essa é a causa de muitos problemas relacionados com o que vocês chamam "stress".

Ele continuou:

Asseguro que nenhuma dessas xícaras acrescentou qualidade ao café.

Na verdade, o recipiente apenas disfarça ou mostra a bebida.

O que vocês queriam, na verdade, era café, não as xícaras, mas instintivamente vocês quiseram pegar as melhores.

Então, eles começaram a olhar para as xícaras uns dos outros.

Agora pensem nisso:

O café é a vida.

Trabalho, dinheiro, status, popularidade, beleza, relacionamentos, entre outros, são apenas recipientes, que dão forma e suporte à vida.O tipo de xícara que temos não pode definir nem alterar a qualidade da vida que recebemos.

Muitas vezes, concentrando-nos apenas em escolher a melhor xícara, nos esquecemos de apreciar o café!

As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor, mas as que fazem o melhor com tudo o que têm!

Então lembrem-se:

Vivam simplesmente.

Sejam generosos.

Sejam solidários e atenciosos.

Falem com bondade.

O resto deixem nas mãos de Deus, porque a pessoa mais rica não é a que mais tem, mas a que menos precisa.

Agora desfrutem o seu café, ou seja, - A VIDA -.

Autor Desconhecido

 

VOLTAR PARA PÁGINA PRINCIPAL

 

 

ANO IX - Nº 108– Campo Grande/MS -Janeiro de 2015..
EDIÇÃO DO CENTRO ESPÍRITA “VALE DA ESPERANÇA”
Rua Colorado n o 488, Bairro Jardim Canadá, CEP 79112-480, Campo Grande-MS.